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Atletas do Clube retornam do Pan-Americano de Esgrima

Gabriela Grácia Pereira Portugal, Ana Paula Dimitrow Grácia Pereira Portugal e Isabela Gair Volaco voaram até Cochabamba na Bolívia, no final de agosto, para participar do Pan-Americano de Esgrima.

Elas integraram a delegação que foi representar o Brasil nos jogos da modalidade. As três associadas do Clube Curitibano participaram na categoria espada e trouxeram para casa muita experiência e boas histórias.

Na categoria Pré-cadete

A jovem esgrimista de doze anos, Gabriela Portugal, que atualmente ocupa a quarta posição no ranking nacional, jogou na categoria Pré-cadete (12-13 anos) com outras 21 inscritas. Por dois pontos não passou para a semifinal. Classificou-se em oitavo lugar.

Segundo ela, na bagagem está voltando muito esforço e também muita diversão. “Foi incrível, pois foi o meu primeiro campeonato internacional. E ainda com a minha mãe, que me apoia e me dá dicas.”

Mãe para torcida e orientações

Ana Paula Grácia, que também é esgrimista, pode acompanhar sua filha na Bolívia e também participar do Pan na categoria Pré-veterano (40-49 anos). Conquistou o 5º lugar entre onze competidoras no total.

Para além dos resultados de dentro das pistas, Ana curtiu cada minuto dos combates de Gabriela: “Ela é muito competitiva e consegue se avaliar muito bem. Isso é bacana, porque, quando eu estou torcendo, esqueço as técnicas. Só quero ver a luz do ponto acender logo.”

Novas amizades

Na categoria Infantil B (até 11 anos) estava a atleta Isabela Volaco que em setembro completou um ano de Esgrima no Curitibano. O sorriso largo prova que a experiência foi bastante valiosa. Ficou com o 11º lugar entre 20 inscritas no total, trouxe para casa novas amizades e lembranças dos passeios.

“Eu achei uma experiência muito legal eu poder ter ido para o Pan-Americano. Fiz amizades com meninas do Brasil e também com uma peruana que até torcia pela gente quando o Peru era eliminado”.

A mãe e fã número um, Fabiane Gair Volaco, destaca a união incrível entre as esgrimistas da Seleção: “Elas se abraçavam, torciam, davam apoio umas para as outras. Foi sensacional.”

Desafio

De acordo com as três atletas, o principal desafio foi o ar seco. Para contorná-lo, realizaram diversos treinos de adaptação e seguiram algumas orientações de seu treinador. O esforço demandou, até mesmo, o uso do oxigênio. Nada que uma verdadeira esgrimista não “tire de letra”.

O futuro

Depois do Pan, nada de descanso, pois as competições importantes do ano ainda não terminaram. No final de semana do dia 14 de setembro elas participam do Paranaense de Esgrima. Em outubro, jogam no Brasileiro, que esse ano será realizado em Curitiba.

Leia mais:

>> Jogos Pan-Americanos de Esgrima e II Etapa Circuito Paranaense

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