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Capital Inicial e Organi’c lotam Salão Rubens Arles Bettega

Capital Inicial lota Salão Rubens Arles Bettega

A noite fria que fez  em Curitiba no último sábado (24) passou longe do Salão Rubens Arles Bettega. O motivo? Uma banda com 37 anos de estrada que se reinventa a cada disco novo que lança. Durante 1h40, o Capital Inicial fez o frio de Curitiba desaparecer, tirando os mais de 1,2 mil associados do chão com as músicas que foram dos clássicos do início da sua carreira a hits recém-lançados.

A apresentação em um local com poucas pessoas traz uma vibe diferente para a banda, conforme explica Dinho Ouro Preto, vocalista do grupo. “Todas as vezes que tocamos aqui foi especial, foi particularmente intenso. Aqui é um lugar pequeno e cada espaço que você toca acaba determinando como o show será. Tocar em arenas muito grandes é uma coisa especial, no entanto, tocar em locais pequenos, onde você consegue estender a sua mão e tocar na plateia e olhar nos olhos das pessoas também acaba criando uma parceria, um contato singular”.

O Presidente do Clube Curitibano, Renato Ramalho, relembra do último show do Capital Inicial no Clube. “Eles vieram há 4 anos, na época foram duas noites de show. Os associados pediram e eles voltaram”. A primeira dama do Clube Curitibano, Laura Fagundes Ramalho, completa. “Eu sou fã deles há muitos anos. Assisti a primeira vez há mais de 20 anos, é um repertório que todo mundo ama, não tem idade. Músicas que parecem que foram escritas hoje, refletem o momento de hoje, mas tem 20, 25 anos. Eles são de uma geração que fez músicos no Brasil de muitíssima qualidade”.

Para encerrar a noite, um tributo: Red Hot Chilli Peppers by Organi’c. A banda foi reconhecida pelo próprio Red Hot como a melhor banda cover deles no mundo. Com grandes clássicos como: “Give It Away” e “Under the Bridge”, quem ainda teve fôlego para curtir a noite teve o melhor da banda californiana.

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