História

137 anos de História

Uma trajetória que começou em 1881 com nossos fundadores, mas que foi sendo construída por cada um de nós, que passou por aqui.

História

O desejo de fundar um espaço de integração que fosse um refúgio cultural e social para a sociedade curitibana, que presenciasse o crescimento e desenvolvimento da capital no final do século XIX, foi a força motriz que levou o Coronel Romão Rodrigues de Oliveira Branco e outros cavalheiros a iniciar a fundação deste que é hoje um dos maiores clubes da América Latina.

Desde aquela primeira reunião, em 25 de setembro de 1881, no entanto, o Clube Curitibano passou por diversas transformações, cresceu, modernizou-se, mas algumas coisas não mudaram: nossos valores e nosso objetivo de que cada um dos associados sinta-se em casa em cada uma das sedes do clube.

Conheça um pouco mais da nossa história!

Linha do Tempo

1881

Nasce uma ideia

No dia 26 de Setembro de 1881, o Sr. Romão Rodrigues de Oliveira Branco convidou 60 pessoas da alta sociedade curitibana com o objetivo de propor a criação de uma sociedade recreativa. Assim foi fundado o então ‘Club Coritybano”, com Diretoria Provisória definida no dia 08 de dezembro de 1881, composta da seguinte maneira:

  • Presidente – Ildefonso Pereira Correia (Barão do Serro Azul);
  • Vice Presidente – Dr. João Pereira Lagos;
  • 1º Secretário – Romão Rodrigues de Oliveira Branco;
  • 2º Secretário – Eduardo Augusto Vasconsellos Chaves;
  • Procurador – João Moreira do Canto;
  • Tesoureiro – Antônio José Rodrigues.

1881

Os Membros Fundadores Beneméritos

A partir desta primeira reunião realizada no salão Lindemann, na rua São Francisco, foram nomeados Membros Fundadores Beneméritos os senhores Ildefonso Pereira Correia, Eduardo Augusto Vasconsellos Chaves, José Carvalho de Oliveira, José Inocêncio de França, José Fernandes Loureiro, José Pereira dos Santos Andrade, Jezuino da Silva Lopes, Manoel Luiz de Mattos, Manoel Ascenção Fernandes, Manoel Martins de Abreu, Romão Rodrigues de Oliveira Branco. Membros Fundadores: Agostinho Ermelino de Leão, Alfredo Tramujas, Artur Martins Lopes, Antonio Carlos Ribeiro de Andrade, Edmundo Requião, Francisco de Camargo Pinto, Iphigênio Ventura de Jesus, João Ferreira Leite, Joaquim Antonio Coelho, Joaquim de Almeida Faria Sobrinho, Manoel de Macedo, Narciso Pereira de Azevedo, Nivaldo Teixeira Braga, Pedro da Silva Arouca, Pedro Luís de Souza Rocha e Theolindo de Andrade.

1881

Diretoria Definitiva

No dia 08 de Dezembro, em encontro realizado na casa do Barão do Serro Azul (na atual rua Presidente Carlos Cavalcanti) foi definida a Diretoria Definitiva da agremiação:

  • Presidente – Ildefonso Pereira Correia (Barão do Serro Azul);
  • Vice Presidente – Dr. João Pereira Lagos;
  • 1º Secretário – Romão Rodrigues de Oliveira Branco;
  • 2º Secretário – Nivaldo Teixeira Braga;
  • Procurador – Eduardo Augusto Vasconsellos Chaves;
  • Tesoureiro – Antônio José Rodrigues;
  • Orador – Dr. Manoel Eufrásio Correia.

1882

O Club Curitybano

No dia 06 de Janeiro de 1882, ocorre a instalação do Club Curitybano na rua São Francisco, esquina com a rua da Graciosa (atual rua Barão do Serro Azul), no andar superior do sobrado da então Defesa Fiscal.

1890

A primeira revista

No dia 16 de janeiro de 1890, foi lançado o primeiro número da Revista Literária Club Curitybano, que teria edições quinzenais.

1891

A primeira sede

Aquisição da primeira sede própria, mas segunda sede social, por 36 contos de réis. Situada na Rua da Imperatriz, esquina com a travessa da Matriz, atuais Rua XV de Novembro esquina com a rua Monsenhor Celso.

1893/1894

Revolução Federalista

Revolução Federalista e morte do sócio benemérito e primeiro presidente do Clube Curitibano Ildefonso Pereira Correia, o Barão do Serro Azul.

1897

O Clube Debuta!

No dia 06 de janeiro de 1897, o clube lança publicação especial e comemora festa de Aniversários dos 15 Anos da agremiação.

1922

Terceira sede social

Mudança para a terceira sede social na Rua XV de Novembro esquina com a Rua da Liberdade (atual rua Barão do Rio Branco), construção projetada por Guilhermino Baeta de Faria, mesmo arquiteto que projetou os icônicos prédio histórico da Universidade Federal do Paraná, em 1912, Castelo do Batel e Palácio Avenida. O prédio da nova sede contava com os famosos salões Mourisco, Renascença e Paraná, além de um serviço de elevador.

1927

Os princípios da Sede Barão

Entre os anos de 1924 e 1927, ocorreu a aquisição do terreno da Sede Campestre, no então distante bairro Água Verde. Mais tarde, a sede foi denominada ‘Barão do Serro Azul’.

1949

Sede Campestre

No dia 19 de janeiro de 1949 foi promovida a inauguração do pavilhão central da Sede Campestre Barão do Serro Azul e da Boite Encantada.

1950

O Palácio Encantado

Entre os anos de 1935 e 1950, foi realizada a construção e inauguração da mais nova Sede Social Urbana no terreno da rua XV de Novembro, esquina com a Barão do Rio Branco: O Palácio Encantado.

Empreitada iniciada na gestão de Oscar Martins Gomes, incorporada por seu sucessor David Antonio Carneiro e finalizada por Joffre Cabral e Silva em 1950, sendo um projeto assinado pela empresa Gutierrez, Paula & Munhoz.
Com reutilização de materiais da demolição do antigo edifício, a sede oferecia aos sócios imponentes salões e um elevador próprio. Esta foi a quarta sede social do Clube Curitibano.

1951

Debutantes: o início de uma tradição

48 jovens debutantes foram apresentadas à sociedade no Baile de Primavera, o primeiro baile de Debutantes do Clube Curitibano.

1955

Curitibano Júnior

Fundação do Curitibano Júnior, órgão interno composto por e voltado para a ala jovem do clube. Sua principal função era a recreação dos jovens junto às dependências do clube, com festas, bailes, competições esportivas e sessões de cinema. Vários de seus eventos tiveram caráter beneficente e alguns dos membros de sua diretoria também integraram, anos depois, a diretoria do Clube Curitibano.

1962

Gigante Prateado

Conclusão da construção do ginásio de esportes ‘Gigante Prateado’ e da primeira Piscina do clube na sede campestre Barão do Serro Azul.

1964

De campestre a urbana

Início da construção da nova Sede Social Urbana na sede campestre Barão do Serro Azul.

1964

Festival de Maio

Primeira edição do memorável evento Festival de Maio promovido pelo Curitibano Júnior.

1968

Inauguração Sede Social Barão do Serro Azul

Inauguração da nova Sede Social Urbana Barão do Serro Azul com mais de 4.500 m² de área construída sendo um projeto de Luiz Forte Neto, José Maria Gandolfi e Vicente de Castro, mesmos arquitetos responsáveis pelos projetos do Santa Mônica Clube de Praia, Santa Mônica Clube de Campo e do Ginásio do Círculo Militar. (5ª Sede)

1972

Pavilhão de Piscinas

Inauguração do Pavilhão de Piscinas com discurso do segundo orador do clube Cleverson Marinho Teixeira.

1974

Paraná Golfe Clube

Conclusão das obras da Piscina Olímpica na sede social urbana e Anexação do ‘Paraná Golfe Clube’ ao patrimônio do Clube Curitibano (futura Sede Campestre, 6ª Sede).

1980

Sede de Golfe

Inauguração da nova Casa do Golfe denominada Aluysio Nunes Pimentel, na sede campestre.

1981/1982

Centenário

O Clube Curitibano comemora seu centenário com programação especial: abertura do calendário de eventos com a ‘Corrida Rústica Centenário do Clube Curitibano’, Baile Debutantes do Centenário, lançamento do Carimbo Postal pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, festa do Centenário da Fundação, festa do Centenário da Instalação, Carnaval do Centenário, Semana Cultural e Exposição dos 100 Anos.

1985

Portinari no Clube!

Realização da histórica exposição de obras de Cândido Portinari nas comemorações do aniversário de 104 Anos da agremiação e Primeira edição da Colônia de Férias.

1986

Baile do Chopp

Primeira edição do Baile do Chopp Clube Curitibano com animação das bandas ‘Turek ‘de Santa Catarina e ‘Liebstraunn’ de São Paulo, e a presença da Rainha da Oktoberfest de Blumenau/SC de 1985.

1988

Incêndio na sede do Golfe

Incêndio na Sede do Golfe que destruiu cerca de 60% das instalações da casa ‘Aluysio Nunes Pimentel’.

1988

Participação Olímpica

Participação de Atletas do C.C nas Olimpíadas de Seul: Gisele Miró (tênis), Renato Ramalho e Isabele Vieira (natação). Anos mais tarde, Renato Ramalho veio a ser presidente do Clube Curitibano.

1990

Salão Curitibano de Artes Visuais

Primeira edição do Salão Curitibano de Artes Visuais.

1992

Uma marca da identidade do clube

Instalação do icônico Lustre de Cristal no Salão Azul composto por 40.000 peças de cristal alemão, pesando 750 kg e medindo 3,5 metros de altura e 3 metros de diâmetro.

1992

Nova Sede de Tênis

No dia sete de abril de 1992, o Clube Curitibano realizou a aquisição da Academia Tenis Ace, que mais tarde se tornaria a Sede Lucius Smythe, nossa sede do Tênis.

1999

Inauguração da Sede

Sede anos depois da aquisição, o Clube Curitibano inaugura oficialmente a Sede Academia do Tênis, antiga Academia Tênis Ace.

2000

Mais espaço de garagem

Inauguração do Edifício Garagem na Sede Barão do Serro Azul, construção com seis pavimentos e capacidade para 360 vagas. Também neste ano houve a criação do Site Clube Curitibano.

2001

Habemus Coral

Instalação Oficial do Coral Clube Curitibano com o maestro Sérgio Deslandes.

2003

Projeto Memória

Início do ‘Projeto Memória’, idealizado por Domingos Prata Barbosa, para a preservação da história do clube e seus registros.

2004

ISO 9001

Clube Curitibano é o Primeiro Clube na América Latina a obter o certificado ISO
9001.

2005

Teatro Clube Curitibano

Instalação do curso de Teatro Clube Curitibano e novo nome para a sede Academia do Tênis: ‘Sede Lucius Smythe’, em homenagem ao tenista Lucius Smythe que representou as cores da agremiação na década de 1950.

2007

Centro de Integração

Projeto e construção da mais nova área de socialização da Sede Barão do Serro Azul: o Centro de Integração.

2010

Top of Mind

Prêmio Top of Mind 15 Anos – Clube Curitibano entre as 6 marcas mais lembradas nos últimos 15 anos em todo Paraná.

2011

TV Curitibano

Inauguração da TV Curitibano com o programa “Viva o Clube” e criação de uma página Oficial do Clube Curitibano nas redes sociais ‘Facebook’ e ‘Twitter’.

2012

Clube Concórdia

Anexação do Clube Concórdia, suas sedes Social e Esportiva, e do seu quadro social com 350 sócios, compondo assim as novas Sedes Concórdia e Mercês.

2015

Centro de Memória e Recursos para Esportes

Recebimento de Recursos da Confederação Brasileira de Clubes para uso na aquisição de materiais, equipamentos e uniformes das equipes de Natação, Tênis, Badminton, Voleibol, Judô e Esgrima. No mesmo ano aconteceu a Instalação do Centro de Memória do Clube Curitibano na Sede Concórdia.

2017

Sucesso no Esporte

Clube Curitibano vice-campeão da Super Liga B de Vôlei e pela primeira vez Campeão Geral do Campeonato Brasileiro Infantil de Verão de Natação – Troféu Maurício Benkenn.

1881

Nasce uma ideia

No dia 26 de Setembro de 1881, o Sr. Romão Rodrigues de Oliveira Branco convidou 60 pessoas da alta sociedade curitibana com o objetivo de propor a criação de uma sociedade recreativa. Assim foi fundado o então ‘Club Coritybano”, com Diretoria Provisória definida no dia 08 de dezembro de 1881, composta da seguinte maneira:

  • Presidente – Ildefonso Pereira Correia (Barão do Serro Azul);
  • Vice Presidente – Dr. João Pereira Lagos;
  • 1º Secretário – Romão Rodrigues de Oliveira Branco;
  • 2º Secretário – Eduardo Augusto Vasconsellos Chaves;
  • Procurador – João Moreira do Canto;
  • Tesoureiro – Antônio José Rodrigues.

1881

Os Membros Fundadores Beneméritos

A partir desta primeira reunião realizada no salão Lindemann, na rua São Francisco, foram nomeados Membros Fundadores Beneméritos os senhores Ildefonso Pereira Correia, Eduardo Augusto Vasconsellos Chaves, José Carvalho de Oliveira, José Inocêncio de França, José Fernandes Loureiro, José Pereira dos Santos Andrade, Jezuino da Silva Lopes, Manoel Luiz de Mattos, Manoel Ascenção Fernandes, Manoel Martins de Abreu, Romão Rodrigues de Oliveira Branco. Membros Fundadores: Agostinho Ermelino de Leão, Alfredo Tramujas, Artur Martins Lopes, Antonio Carlos Ribeiro de Andrade, Edmundo Requião, Francisco de Camargo Pinto, Iphigênio Ventura de Jesus, João Ferreira Leite, Joaquim Antonio Coelho, Joaquim de Almeida Faria Sobrinho, Manoel de Macedo, Narciso Pereira de Azevedo, Nivaldo Teixeira Braga, Pedro da Silva Arouca, Pedro Luís de Souza Rocha e Theolindo de Andrade.

1881

Diretoria Definitiva

No dia 08 de Dezembro, em encontro realizado na casa do Barão do Serro Azul (na atual rua Presidente Carlos Cavalcanti) foi definida a Diretoria Definitiva da agremiação:

  • Presidente – Ildefonso Pereira Correia (Barão do Serro Azul);
  • Vice Presidente – Dr. João Pereira Lagos;
  • 1º Secretário – Romão Rodrigues de Oliveira Branco;
  • 2º Secretário – Nivaldo Teixeira Braga;
  • Procurador – Eduardo Augusto Vasconsellos Chaves;
  • Tesoureiro – Antônio José Rodrigues;
  • Orador – Dr. Manoel Eufrásio Correia.

1882

O Club Curitybano

No dia 06 de Janeiro de 1882, ocorre a instalação do Club Curitybano na rua São Francisco, esquina com a rua da Graciosa (atual rua Barão do Serro Azul), no andar superior do sobrado da então Defesa Fiscal.

1890

A primeira revista

No dia 16 de janeiro de 1890, foi lançado o primeiro número da Revista Literária Club Curitybano, que teria edições quinzenais.

1891

A primeira sede

Aquisição da primeira sede própria, mas segunda sede social, por 36 contos de réis. Situada na Rua da Imperatriz, esquina com a travessa da Matriz, atuais Rua XV de Novembro esquina com a rua Monsenhor Celso.

1893/1894

Revolução Federalista

Revolução Federalista e morte do sócio benemérito e primeiro presidente do Clube Curitibano Ildefonso Pereira Correia, o Barão do Serro Azul.

1897

O Clube Debuta!

No dia 06 de janeiro de 1897, o clube lança publicação especial e comemora festa de Aniversários dos 15 Anos da agremiação.

1922

Terceira sede social

Mudança para a terceira sede social na Rua XV de Novembro esquina com a Rua da Liberdade (atual rua Barão do Rio Branco), construção projetada por Guilhermino Baeta de Faria, mesmo arquiteto que projetou os icônicos prédio histórico da Universidade Federal do Paraná, em 1912, Castelo do Batel e Palácio Avenida. O prédio da nova sede contava com os famosos salões Mourisco, Renascença e Paraná, além de um serviço de elevador.

1927

Os princípios da Sede Barão

Entre os anos de 1924 e 1927, ocorreu a aquisição do terreno da Sede Campestre, no então distante bairro Água Verde. Mais tarde, a sede foi denominada ‘Barão do Serro Azul’.

1949

Sede Campestre

No dia 19 de janeiro de 1949 foi promovida a inauguração do pavilhão central da Sede Campestre Barão do Serro Azul e da Boite Encantada.

1950

O Palácio Encantado

Entre os anos de 1935 e 1950, foi realizada a construção e inauguração da mais nova Sede Social Urbana no terreno da rua XV de Novembro, esquina com a Barão do Rio Branco: O Palácio Encantado.

Empreitada iniciada na gestão de Oscar Martins Gomes, incorporada por seu sucessor David Antonio Carneiro e finalizada por Joffre Cabral e Silva em 1950, sendo um projeto assinado pela empresa Gutierrez, Paula & Munhoz.
Com reutilização de materiais da demolição do antigo edifício, a sede oferecia aos sócios imponentes salões e um elevador próprio. Esta foi a quarta sede social do Clube Curitibano.

1951

Debutantes: o início de uma tradição

48 jovens debutantes foram apresentadas à sociedade no Baile de Primavera, o primeiro baile de Debutantes do Clube Curitibano.

1955

Curitibano Júnior

Fundação do Curitibano Júnior, órgão interno composto por e voltado para a ala jovem do clube. Sua principal função era a recreação dos jovens junto às dependências do clube, com festas, bailes, competições esportivas e sessões de cinema. Vários de seus eventos tiveram caráter beneficente e alguns dos membros de sua diretoria também integraram, anos depois, a diretoria do Clube Curitibano.

1962

Gigante Prateado

Conclusão da construção do ginásio de esportes ‘Gigante Prateado’ e da primeira Piscina do clube na sede campestre Barão do Serro Azul.

1964

De campestre a urbana

Início da construção da nova Sede Social Urbana na sede campestre Barão do Serro Azul.

1964

Festival de Maio

Primeira edição do memorável evento Festival de Maio promovido pelo Curitibano Júnior.

1968

Inauguração Sede Social Barão do Serro Azul

Inauguração da nova Sede Social Urbana Barão do Serro Azul com mais de 4.500 m² de área construída sendo um projeto de Luiz Forte Neto, José Maria Gandolfi e Vicente de Castro, mesmos arquitetos responsáveis pelos projetos do Santa Mônica Clube de Praia, Santa Mônica Clube de Campo e do Ginásio do Círculo Militar. (5ª Sede)

1972

Pavilhão de Piscinas

Inauguração do Pavilhão de Piscinas com discurso do segundo orador do clube Cleverson Marinho Teixeira.

1974

Paraná Golfe Clube

Conclusão das obras da Piscina Olímpica na sede social urbana e Anexação do ‘Paraná Golfe Clube’ ao patrimônio do Clube Curitibano (futura Sede Campestre, 6ª Sede).

1980

Sede de Golfe

Inauguração da nova Casa do Golfe denominada Aluysio Nunes Pimentel, na sede campestre.

1981/1982

Centenário

O Clube Curitibano comemora seu centenário com programação especial: abertura do calendário de eventos com a ‘Corrida Rústica Centenário do Clube Curitibano’, Baile Debutantes do Centenário, lançamento do Carimbo Postal pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, festa do Centenário da Fundação, festa do Centenário da Instalação, Carnaval do Centenário, Semana Cultural e Exposição dos 100 Anos.

1985

Portinari no Clube!

Realização da histórica exposição de obras de Cândido Portinari nas comemorações do aniversário de 104 Anos da agremiação e Primeira edição da Colônia de Férias.

1986

Baile do Chopp

Primeira edição do Baile do Chopp Clube Curitibano com animação das bandas ‘Turek ‘de Santa Catarina e ‘Liebstraunn’ de São Paulo, e a presença da Rainha da Oktoberfest de Blumenau/SC de 1985.

1988

Incêndio na sede do Golfe

Incêndio na Sede do Golfe que destruiu cerca de 60% das instalações da casa ‘Aluysio Nunes Pimentel’.

1988

Participação Olímpica

Participação de Atletas do C.C nas Olimpíadas de Seul: Gisele Miró (tênis), Renato Ramalho e Isabele Vieira (natação). Anos mais tarde, Renato Ramalho veio a ser presidente do Clube Curitibano.

1990

Salão Curitibano de Artes Visuais

Primeira edição do Salão Curitibano de Artes Visuais.

1992

Uma marca da identidade do clube

Instalação do icônico Lustre de Cristal no Salão Azul composto por 40.000 peças de cristal alemão, pesando 750 kg e medindo 3,5 metros de altura e 3 metros de diâmetro.

1992

Nova Sede de Tênis

No dia sete de abril de 1992, o Clube Curitibano realizou a aquisição da Academia Tenis Ace, que mais tarde se tornaria a Sede Lucius Smythe, nossa sede do Tênis.

1999

Inauguração da Sede

Sede anos depois da aquisição, o Clube Curitibano inaugura oficialmente a Sede Academia do Tênis, antiga Academia Tênis Ace.

2000

Mais espaço de garagem

Inauguração do Edifício Garagem na Sede Barão do Serro Azul, construção com seis pavimentos e capacidade para 360 vagas. Também neste ano houve a criação do Site Clube Curitibano.

2001

Habemus Coral

Instalação Oficial do Coral Clube Curitibano com o maestro Sérgio Deslandes.

2003

Projeto Memória

Início do ‘Projeto Memória’, idealizado por Domingos Prata Barbosa, para a preservação da história do clube e seus registros.

2004

ISO 9001

Clube Curitibano é o Primeiro Clube na América Latina a obter o certificado ISO
9001.

2005

Teatro Clube Curitibano

Instalação do curso de Teatro Clube Curitibano e novo nome para a sede Academia do Tênis: ‘Sede Lucius Smythe’, em homenagem ao tenista Lucius Smythe que representou as cores da agremiação na década de 1950.

2007

Centro de Integração

Projeto e construção da mais nova área de socialização da Sede Barão do Serro Azul: o Centro de Integração.

2010

Top of Mind

Prêmio Top of Mind 15 Anos – Clube Curitibano entre as 6 marcas mais lembradas nos últimos 15 anos em todo Paraná.

2011

TV Curitibano

Inauguração da TV Curitibano com o programa “Viva o Clube” e criação de uma página Oficial do Clube Curitibano nas redes sociais ‘Facebook’ e ‘Twitter’.

2012

Clube Concórdia

Anexação do Clube Concórdia, suas sedes Social e Esportiva, e do seu quadro social com 350 sócios, compondo assim as novas Sedes Concórdia e Mercês.

2015

Centro de Memória e Recursos para Esportes

Recebimento de Recursos da Confederação Brasileira de Clubes para uso na aquisição de materiais, equipamentos e uniformes das equipes de Natação, Tênis, Badminton, Voleibol, Judô e Esgrima. No mesmo ano aconteceu a Instalação do Centro de Memória do Clube Curitibano na Sede Concórdia.

2017

Sucesso no Esporte

Clube Curitibano vice-campeão da Super Liga B de Vôlei e pela primeira vez Campeão Geral do Campeonato Brasileiro Infantil de Verão de Natação – Troféu Maurício Benkenn.

Hino e Brasão

Hino oficial do Clube Curitibano
Letra de Manoel Dória Guimarães Filho, poeta, artista plástico e compositor

Formado à sombra do pinheiro
Tens na violeta a mais linda flor
És um sonho lindo e verdadeiro
Fascínio de beleza e cor

Ideia… ideal que permanece
Chama viva a continuar
A poesia de vestido branco
No imenso azul a flutuar

O brasão da tua bandeira
Carrega uma força que traz
A cultura o esporte
Num verde branco de paz

E ainda és sorriso de criança
A sonhar a cantar
Na estrela que brilha toda noite
Na esperança do sol encontrar

Clube Curitibano
Quanta Emoção
Clube Curitibano
És meu coração

Brasão

A intenção de trazer sempre bons momentos e memórias felizes está expressa também no brasão do clube, cujo lema, estampado em uma faixa de ouro, traz as palavras “Malum non Admitte”, que significam “Não se admite o mal”.

O Brasão do Clube Curitibano é descrito como um Escudo moderno de gules, esquartelado em cruz, sendo o primeiro e o quarto com pinheiro de prata e o segundo e terceiro com cruz de ouro cantonada de quatro flores-de-lis. O timbre é composto por um elmo de sable com coroa mural de ouro e colar de prata. O lambrequim é de ouro e gules.

Veja o significado de cada elemento do brasão:

Escudo Moderno

Peça de defesa dos cavaleiros medievais, o escudo era usado pelos heraldistas espanhóis modernos desde o século XVIII. Possui forma quadrilonga com ângulos inferiores curvados e a ponta no meio da base.

Gules

Das virtudes, representa a caridade. Das qualidades, a valentia, a nobreza, o valor, a alegria. Acredita-se que seu nome vem do francês gueule, que significa goela ou garganta, por sua semelhança com o vermelho do interior da boca dos animais.

Sable

Em heráldica, significa o esmalte de cor preta. Em gravuras, é representado por linhas verticais e horizontais cruzadas. O nome deriva do pelo negro da Zibelina, um felino da Europa.

Esquartelado em Cruz

Indica dividido em quatro partes, na combinação de partido e cortado. O primeiro e o quarto quartel, isto é, o pinheiro de prata, são a representação do Brasão oficial de Curitiba, de acordo com a Lei Municipal n.º 2993, de 11/05/1967. O segundo e o quarto, isto é, a cruz de ouro cantonada de quatro flores-de-lis de ouro, representam o Brasão da família Correia, senhores de Belas, e presume-se poderia constar no Brasão do Barão do Serro Azul (Ildefonso Pereira Correia), caso tivesse este tido tempo para registrá-lo junto ao Rei de Armas, eis que fora concedido em 8 de agosto de 1888, nas vésperas da proclamação da República e a consequente eliminação dos títulos nobiliárquicos do Império.

Ouro ou Amarelo

Representa-se em armaria preenchendo-se o espaço com pontos. Significa das virtudes, a justiça, a clemência, a benignidade, das qualidades mundanas, a riqueza, a generosidade, o esplendor, a alegria e a prosperidade.

Timbre

É o ornamento exterior do escudo. O elmo de sable (preto) com coroa mural de ouro, indicativa de cidade de Estado (capital) e adornado com colar de prata tendo pendente o monogramo “CC” do mesmo metal. O timbre é a peça das armas de um brasão que fica colocada sobre o virol do elmo. Na sua origem, o timbre era mais um elemento que servia para distinguir um cavaleiro no meio de muitos outros. Serve para marcar graus de nobreza. Em termos heráldicos, o timbre pode assumir várias figuras, como uma flor, um animal, uma cruz ou outro qualquer objeto.

Lambrequim ou Paquife

Ornamento também externo, constituído de folhas de ouro e gules, que pendem formando voltas e giros de ambos os lados do escudo. As cores do lambrequim correspondem obrigatoriamente às cores principais do Brasão. O lambrequim é uma representação de um manto, uma capa, folhagens ou plumagens, desenhadas acima e ao redor do elmo de um brasão. Cada um dos ramos do lambrequim heráldico é chamado paquife.
Os lambrequins heráldicos pretendem representar os mantos de linho, que eram usados para proteger o elmo dos cavaleiros, do calor, do frio e dos golpes de espada. Com o tempo, depois de serem várias vezes atingidos por golpes de espada, os mantos ficavam recortados, com pedaços de tecido pendentes, semelhantes a folhagens.

Lema ou Divisa

O lema adorna o escudo, com características históricas ou de incentivo. É formado por uma faixa curva de ouro com os dizeres “Malum non Admitte” em sable (preto), que significam “Não se admite o mal”.

Galeria de Presidentes

2013 a 2016

José Antônio Baggio Pereira

2010 a 2013

Joaquim Miró

2008 a 2010

Heitor Dantas Filho

2004 a 2007

Manoel Diniz Neto

2003 a 2004

Jackson Pitombo Cavalcante Filho

2001 a 2003

José Diogenes Uady

1996 a 2001

Luiz Gonzaga da Motta Ribeiro

1996

Paulo Henrique L. Furtado

1990 a 1996

Marco Antonio de O. Fatuch

1987 a 1990

Ricardo de Quadros Cravo

1987

Fabiano Saporiti Campelo

1985 a 1987

Constantino Batista Viaro

1983 a 1985

Renato Valmassoni Pinho

1979 a 1983

Nicolau Elias Abagge

1973 a 1975

Luiz Antonio de A. Vieira

1969 a 1972

Gastão de Abreu Pires

1963 a 1968 e 1975 a 1979

Rubens Arles Bettega

1960 a 1962

Mbá de Ferrante

1957 a 1959

Ernesto G. Máximo

1955 a 1956

Ivan F. do Amaral

1953 a 1954

Haroldo Beltrão

1949 a 1952

Joffre Cabral e Silva

1943 a 1948

David A. da S. Carneiro

1941

Alo Guimarães

1941 a 1942

Oscar Martins Gomes

1938

Achiles Muggiatti

1937 a 1940

Arcésio Guimaraes

1936

Lineu F. do Amaral

1935 a 1936

Aramis T. de Athayde

1931 a 1934

Alceu do A. Ferreira

1928 a 1930

Ulysses Falcão Vieira

1924 a 1927

Eduardo Virmond Lima

1920 a 1923

José M. Pinheiro Lima

1913

José C. de Oliveira

1911 a 1912

Jose Niepce da Silva

1910 e 1917 a 1919

Augusto Loureiro

1907 a 1909

Pedro P. Silva Neto

1907

João Mader

1906 - 1907

Romão Rodrigues de O. Branco

1905

Joaquim M. de. C. E. Silva

1904 a 1905 e 1914 a 1916

Benjamin A. F. Pessoa

1902 - 1903

José F. Loureiro

1893

Joaquim J. B. Bittencourt

1893 e 1903

Manoel M. de Abreu

1889 a 1893 e 1894 a 1901

Ciro P. de C. Vellozo

1887 a 1888

Eduardo A. de V. Chaves

1885 a 1886

Antonio D. de Barros

1881 a 1884

Ildefonso P. Correia

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