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(Foto: Arquivo pessoal)

Dia dos Pais: juntos até debaixo d´água

O esporte reúne pessoas, possibilita novas amizades e faz bem para saúde. E pode ainda mais, como é o caso da Natação na vida de Luiz Alberto de Paula Lenz César e Luiz Alberto de Paula César Lenz Filho, mais conhecidos como Beto e Betinho. Pai e filho competem juntos e fazem do esporte um ponto de encontro e celebração dos laços que a vida os ofereceu.

Os dois se juntaram a 2.400 nadadores de 59 países para participar da 31st Bosphorus Cross-Continental Swimming Race, disputada pelos seis quilômetros que delimitam os lados Oriental e Ocidental do estreito de Bosphorus, na Turquia, no dia 15 de julho.  “O propósito da prova é integrar pessoas, culturas diferentes, assim como nós dois, pai e filho, nos integramos”, explicou Beto.

E ainda que o resultado da prova seja importante, planejar a viagem e os detalhes que antecedem a prova e, principalmente, estarem juntos eram os principais objetivos. Para celebrar o dia dos pais, o Clube Curitibano conversou com Beto, que conta mais sobre esta integração.

Como é nadar ao lado do seu filho?

Isso realmente é uma coisa muito gratificante. Há muito tempo eu nado pelo Clube Curitibano, desde os meus sete anos, e passados alguns anos de azulejo resolvi parar. Na sequência quando meu filho Luiz Alberto (Betinho) já tinha idade para começar a nadar, com nove meses de idade, eu voltei a treinar no Clube. Dali para frente nós não paramos.

Como é a relação pai e filhos no esporte?

Os filhos cresceram, o Betinho e a Maitê, e passei a fazer parte integral da equipe do Curitibano. Cheguei a ser, inclusive, coordenador da equipe do Clube Curitibano. Então, essa ligação de pais e filho nadando sempre nos acompanhou. E não tinha condição melhor do que nadar pelo Clube e incentivar os meus filhos a nadar também.

Qual é o papel da Natação na sua vida?

A Natação sempre traz o equilíbrio, o esforço, a resiliência, os desafios. Você passa a ter mais segurança quando enfrenta os desafios de uma competição pois a competição de Natação é muito difícil.

Ela tira muito de você e desgasta muito, porém, com o decorrer dos anos você passa a ter autoconfiança. Eu sempre senti e sempre quis passar essa força e fortalecimento aos meus filhos, portanto a natação sempre fez parte da nossa família e o Clube Curitibano sempre foi integrante maior do nosso quintal.

Vocês competem em provas de travessia juntos, como é?

Meus filhos passaram a ter essa afinidade com as travessias depois que eles deixaram de nadar (nas aulas). É um ciclo que se repete e isso nos fortalece muito. Nosso objetivo é integrar pais e filhos, integrar essa relação, e acima de tudo, o planejamento de fazer uma competição junto. Temos feito várias delas.

Competimos juntos, a Maitê, Betinho e eu, em Florianópolis, depois na Ilha do Mel, o XTerra, e cada um ganhou em sua categoria. Tivemos uma passagem interessante em Ilha Bela, também pelo XTerra e o Betinho ganhou como campeão geral da prova dos 1,5 km e eu fiquei no décimo lugar geral.

O interessante é que não tínhamos nem ideia que chegaríamos bem assim. Ficamos na praia tomando sol e em momento chamaram o nome dele e resolvemos olhar o painel de resultados e vimos que ele havia sido campeão geral!

Veja as fotos oficiais do evento aqui

 

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