Notícias
Arte: Jeniffer Gutierres/Clube Curitibano.

Entrevista com Andrea Truppel, vice-diretora do Basquete

Na hora de escolher um esporte para praticar no Colégio Santa Maria, a primeira opção de Andrea Silveira Truppel era Ginástica Olímpica. Aos nove anos, não gostava tanto assim do esporte, mas queria estar onde as amigas estavam. Não tinha mais vaga, então tentou o Vôlei, porém também encontrou a turma lotada. Acabou que teve que escolher o esporte que tinha sobrado: o Basquete. Ela não conhecia ninguém e não estava empolgada, mas não demorou um mês para se apaixonar profundamente pelo esporte. Continua jogando até hoje e é tão encantada pelo basquete que se tornou a vice-diretora dele dentro do Clube Curitibano.

Leia a entrevista completa com Andrea Truppel:

Clube Curitibano: Como você se envolveu com o basquete dentro do Clube?

Andrea Truppel: Em 2008, uma amiga teve a ideia de montar um grupo no Clube para treinar e me chamou pra organizar isso. Deu certo e ali começamos a modalidade Feminina Master. Assumi a coordenação e estou aí até hoje! Vamos completar 12 anos de time! Uma das principais funções é ser uma “ponte” entre o Clube e as atletas, representando os dois lados para fazer essa integração melhorar, crescer e desenvolver a modalidade.

CC: Quais são os principais planos que estão em andamento sob sua pasta?

AT: Com esse ano atípico, tivemos que adiar alguns planos, torneios e metas estipuladas para 2020. Estamos nos cuidando em casa e fazendo treinamento específico para manter o corpo ativo e preparado para a volta às quadras. Novembro e janeiro são os próximos torneios master que, por enquanto, seguem agendados. Mesmo não sabendo quando tudo volta ao normal e se acontecerá algum torneio ainda esse ano, estipulamos esses dois campeonatos como meta, para nos dar foco e motivação.

CC; O que está sendo preparado para o cenário pós-pandemia?

AT: Vamos nos adaptar ao que for necessário na questão de espaço físico e higiene. Já começamos a nos preparar e procurar estudos e informações sobre exercícios no pós-Covid, para atendermos a todas atletas com sua especificidade. E já estamos planejando nossa agenda de 2021 com torneios, treinos e eventos. Com toda essa crise, começamos a dar mais valor para as coisas simples. E queremos aproveitar mais nosso tempo com a diversão e a saúde (mental e física) que o esporte proporciona! Vamos voltar com tudo!

CC: Neste momento de pandemia, do que sente mais falta no Clube Curitibano?

AT: Sinto muita falta do treinamento e do grupo estar junto! Quarta, após o treino, nossa confraternização era sagrada. Posso garantir que sempre foi a melhor parte!

 

Leia também:

Entrevista com Wilson Galvão, presidente da CIB

Boletim Curitibano: 27 de julho 

Compartilhe

Veja mais

Fique por dentro das novidades