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Arte: Jeniffer Gutierres/Clube Curitibano.

Entrevista com Daniel Moro da Cunha, vice-diretor do Polo Aquático

A história de Daniel Moro da Cunha com o Polo Aquático é de longa data. Aos 14 anos, ele começou a praticar o esporte na posição de goleiro. Desde então, Daniel, atualmente com 39 anos, carrega em seu currículo uma longa lista de grandes resultados no desporto aquático, como as mais de 10 conquistas de títulos do sul-brasileiro, o tricampeonato da Taça Mercosul, o vice-campeonato da Liga Polista e o prêmio individual de goleiro menos vazado do sul-brasileiro em oito oportunidades.

Com o rico histórico no esporte, Daniel Moro da Cunha atua desde 2016 como vice-diretor do Polo Aquático do Clube Curitibano, onde representa o esporte junto a diretoria.

Confira a entrevista completa com Daniel Moro da Cunha:

Clube Curitibano: Quando assumiu a vice-diretoria?

Daniel Moro da Cunha: Assumi a diretoria no ano de 2016, mesma época em que o Ângelo Massuchetto assumiu como técnico da equipe. Foi uma época de grandes desafios. O Torneio Sul-Brasileiro transformou-se em Liga Sul, composta por 3 etapas, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. Nesses quatro anos, o Clube foi o campeão em todos os anos da Liga Sul. Em 2017 conquistamos a primeira Taça Mercosul, no Clube Atlético Olímpia, em Montevidéu, no Uruguai. Participamos como melhor time do Sul da Liga Nacional divisão 2, em 2018 na cidade de Aracaju, Sergipe, e em 2019 em Curitiba, nossa sede.

CC: Quais são os principais planos que estão em andamento sob sua pasta?

DMC: O ano de 2020 tem sido um ano de desafios. Logo no início, tivemos a saída do Ângelo. Tomamos a decisão de acreditarmos e incentivarmos um novo técnico, o Gabriel Fragomeni, que sempre foi um jogador muito importante para o nosso time, além de atleta excepcional. O foco atualmente é aproveitar a vinda do nosso novo técnico Gabriel Fragomeni e desenvolver novamente as turmas de escolinha de Polo Aquático, assim como as categorias de base sub-13, sub-15 e sub-17. Além disso, queremos mantar nossa hegemonia no sul do Brasil e no campeonato Mercosul.

CC: Neste momento de pandemia, do que sente mais falta no Clube Curitibano?

DMC: Enfrentar a pandemia é um grande desafio. O Clube está seguindo orientações das autoridades de Saúde e suspendeu as atividades no final de março de 2020. Mesmo com a volta parcial do Clube, ainda não podemos praticar o Polo Aquático. Então sentimos falta de ter a liberdade de praticar nosso esporte. Queremos desenvolver junto com a diretoria do Clube um protocolo para conseguirmos voltar com o Polo Aquático. Durante a pandemia, a interação dos atletas têm sido limitada, exclusiva via redes sociais e grupos de WhatsApp. Com a reabertura do Clube pudemos voltar pelo menos aos treinos de Natação e ao contato presencial com os atletas.

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