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Arte: Camila Lunard/Clube Curitibano.

Entrevista com Guilherme Rodrigues Camargo, vice-diretor de Squash

Há 20 anos quando trabalhava em uma empresa multinacional no Rio de Janeiro, Guilherme Rodrigues Camargo teve o seu primeiro encontro com o Squash, graças a indicação dos colegas de trabalho. O vínculo com o esporte de raquete foi imediato, já que o associado teve uma paixão à primeira vista com a modalidade. “Adotei o esporte porque ele é fantástico, com a união de alta intensidade física e raciocínio lógico e rápido”, conta.

Com as duas décadas de ligação com o Squash, Guilherme Rodrigues Camargo recebeu no início deste ano o convite do Diretor de Esportes de Raquetes e da Sede Lucius Smythe, Antônio Carlos Prieto Junior, para assumir a vice-diretoria da modalidade no Clube Curitibano. “Em fevereiro, eu tive um alinhamento com o Prieto e a gente vem liderando essa gestão desde então. Com todas as precauções e cuidados, o ano tem sido desafiante”, revela.

Confira a entrevista com Guilherme Rodrigues Camargo, vice-diretor de Squash, e saiba quais são os planos do associado para a modalidade:

Clube Curitibano: Qual sua função como vice-diretor?

Guilherme Rodrigues Camargo: Junto com a diretoria de Esportes de raquetes, a função do vice-diretor é fazer com que os atletas tenham uma instalação adequada, que tudo esteja funcionando. A função também exige que a gente coloque em prática ações para fomentar o esporte, com a criação de um calendário de torneios e eventos que possa atender a comunidade do Squash do Clube.

CC: Quais são os principais planos que estão em andamento sob sua pasta?

GRC: Dentro do projeto para o Squash, apesar da pandemia, desde o começo do ano nós já fizemos algumas mudanças estruturais no esporte. Logo, eu recomendo uma visita a todos os associados que comparecem a Sede Lucius Smythe para dar uma olhada no espaço de Squash, porque nós criamos uma área para os exercícios de cardio e aeróbica junto às quadras. Nós fizemos toda uma remodelação em relação a nossa área física, desde o ponto de vista de equipamentos de aeróbica, alongamento e musculação. Estamos desenvolvendo um espaço que será destinado aos exercícios de fitness, fazendo assim que toda a estrutura tenha uma atividade. Além disso, nós também vamos desenvolver projetos luminotécnicos e vamos aumentar o número de equipamentos aeróbicos dentro da área do Squash

Em conjunto com a nossa diretoria e as áreas de esportes de raquetes e eventos, a gente programou o nosso primeiro campeonato para o dia 23 de novembro. Esse primeiro relâmpago será importante, porque será o evento que nós vamos trazer os jogadores para o lado competitivo, que faz parte do nosso esporte. Tanto os campeonatos internos quanto os externos (abertos) são muito importantes para gente.

CC: Neste momento de pandemia, do que sente mais falta no Clube Curitibano?

GRC: Os jogadores sentem muita falta do convívio social e esportivo. Eu acredito que isso não esteja apenas ligado somente ao Squash, mas a gente percebe que muitas pessoas passaram e estão passando por uma fase difícil em relação à pandemia. Logo, obviamente, a frequência, o momento de poder se encontrar e jogar têm sido muito prejudicados. Tudo isso é o que mais a gente sente falta. Sobre o espaço físico, sentimos falta dos vestiários abertos, dos bebedouros, mas nós temos consciência que o Clube está fazendo essas ações com base nas determinações de saúde municipal e da consultoria externa. Eu acredito que em um curto prazo a situação vai voltar ao normal.

CC: Como foi a interação entre os atletas durante a quarentena?

GRC: A questão de interação aconteceu como todo mundo fez. A gente começou a usar bastante as redes sociais e os grupos de Whatsapp, eles foram essenciais para a gente manter o contato, saber como estão as coisas do ponto de vista dos atletas e como cada um estava lidando com o isolamento. Na questão da gestão, a gente utilizou por um bom tempo as redes sociais em um período que não dava para frequentar o Clube, mas mantemos um contato constante no Whatsapp e ligações. Com a reabertura do Clube, a gente começou a ter uma relação mais normal, mesmo que muitos atletas ainda não tenham retornado às atividades por causa da pandemia. A normalidade só deve acontecer mesmo quando tivermos uma vacinação em massa.

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