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Arte: Jeniffer Gutierres/Clube Curitibano.

Entrevista com Manuel Marcos Baggio Pereira, o vice-diretor de Artes Marciais

A relação de Manuel Marcos Baggio Pereira com as Artes Marciais é de longa data. Aos 20 anos, o associado iniciou a sua trajetória nas lutas ao participar das aulas de Karatê. Entretanto, anos depois, agora nas aulas ministradas pelo sensei Massaki no tatame do Clube Curitibano, Manuel se apaixonou pela arte marcial japonesa e criou um vínculo maior com as lutas.

“Aprendi a gostar e valorizar a modalidade de arte marcial. Disciplina, autoconfiança e respeito são algumas das qualidades que aprendemos a ter no Karatê e levamos para a nossa vida e relacionamento pessoal”, revela o associado, que também praticou o Jiu-Jitsu por três anos.

Com a sua experiência, Manuel Marcos Baggio Pereira foi convidado em 2016 para assumir a vice-diretoria das modalidades das Artes Marciais. “Assumi a vice-diretoria na gestão do Renato Ramalho e contínuo na gestão do atual presidente Joaquim Miró”.

Confira a entrevista com Manuel Marcos Baggio Pereira e saiba quais são os planos do associado para as Artes Marciais:

Clube Curitibano: Qual sua função como vice-diretor?

Manuel Marcos Baggio Pereira: Minha principal função como vice-diretor é levar para Diretoria do Clube todas as solicitações que me são passadas pelos professores e alunos das diversas modalidades de artes marciais, para que as modalidades sejam melhores desenvolvidas aos associados.

Eu também procuro realizar as melhorias nos espaços destinados aos treinos, como atualização dos equipamentos e dos materiais necessários para a prática dos esportes. A gestão é em conjunto com a Diretoria que destina verbas para realização de campeonatos ou cursos, que são fundamentais para qualificação dos atletas.

CC: Quais são os principais planos que estão em andamento sob sua pasta?

MMBP: A divulgação das diversas modalidades de Artes Marciais junto aos associados do Clube e atendimento às solicitações de novos horários para treinos são alguns dos planos mais recentes, infelizmente adiadas pela pandemia de Covid-19.

CC: Neste momento de pandemia, do que sente mais falta no Clube Curitibano?

MMBP: A volta às atividades esportivas de maneira normal. As restrições são fundamentais e importantes, porém limitam consideravelmente os treinos. No entanto, eu acredito que logo voltaremos à normalidade.

CC: Como foi a interação entre os atletas durante a quarentena?

MMBP: As aulas online permitiram que os atletas continuassem com o contato entre si e possibilitaram a continuidade dos ensinamentos e treinos necessários para a manutenção das práticas das diversas modalidades de artes marciais. Os professores do Clube Curitibano procuraram incentivar os atletas através de aulas especiais por vídeo, que desta forma minimizam ao máximo o inconveniente de não estarem presencialmente com os seus alunos.

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