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Arte: Jeniffer Gutierres/Clube Curitibano.

Entrevista com Marcio Purê, vice-diretor do Futevôlei

Marcio Soares, ou melhor,Marcio Purê, joga Futevôlei desde quando a rede era mais alta e a bola utilizada era a mesma do futebol de praia. Começou com cerca de 15 anos, inspirado no irmão, uma ‘lenda’ da praia carioca. O empurrãozinho para que conhecesse a turma do Futevôlei o levou a jogar com frequência e a participa da Escolinha do Isael Maroli, ex-campeão mundial. Sempre tentou conciliar o esporte com compromissos profissionais, mas a rotina ficou complicada com o passar dos anos, de modo que dividia seu tempo livre entre o Futevôlei e o Futebol de Praia.

“Então fiquei sem jogar Futevôlei por vinte anos, porque infelizmente fui diagnosticado com Arteriosclerose, que me impediu de praticar por um tempo”, ele conta. Além disso, tinha deixado o Rio de Janeiro e vindo morar em Curitiba, onde não conhecia um círculo de jogadores e quadras que pudesse praticar a modalidade. Há quatro anos, pôde se dedicar outra vez ao Futevôlei quando começou a participar de competições em Curitiba. Ele representa o Clube Curitibano na categoria Supermasters, foi campeão do Open em 2017, ao lado de Alcimaster Medeiros, e é vice-diretor da modalidade desde 2019.

Confira a entrevista completa com Marcio Purê:

Clube Curitibano: Qual é seu papel como vice-diretor do Clube Curitibano?

Marcio Purê: Como os pedidos dos associados e praticantes da modalidade são distintos, meu grande desafio é ser a conexão entre os associados e a diretoria para tentar realizar as competições do Clube Curitibano da melhor maneira possível, pois temos pelo menos 6 etapas internas com níveis e regras diferentes da competição de formas, porque se a diferença de nível for muito alta a motivação e a competitividade podem comprometer cada etapa do campeonato. Meu compromisso é fazer com que nossos associados tenham uma evolução constante e com isso estamos nos preparando para clínicas, inscrições para campeonatos externos de altíssimo nível, o que ajuda muito para que o esporte cresça e possamos ter representantes do Clube Curitibano brigando pelo pódio em qualquer campeonato.

CC: Quais são os principais planos que estão em andamento sob sua pasta?

MP: São os treinamentos e aulas exclusivas de Futevôlei segmentadas em níveis com participação de grandes atletas que estarão ministrando aulas no Clube Curitibano na Sede Mercês. E ainda jogos e treinos internos somente com associados em várias categorias para que sejam feitas evolução especificas necessárias para a modalidade, principalmente para quem está iniciando no Futevôlei. Nosso objetivo é ter mais associados e associadas participando do esporte e acabar com o “mito” de que Futevôlei é difícil de jogar e assim estaremos fomentando essa modalidade dentro do clube para homens, mulheres, adultos e jovens.

CC: Neste momento, do que sente mais falta no Clube Curitibano?

MP: O que mais sinto falta é a vivência do dia a dia, as amizades entre os associados, os jogos, os desafios, as brincadeiras saudáveis, ou seja, aquele clima de família e confraternização que é habitual e que é a assinatura do Clube Curitibano, que sempre promoveu o bem estar e que todos os associados se sintam realmente em casa com sua família.

CC: O que está sendo preparado para o cenário pós-pandemia?

MP: Primeiro temos que torcer e muito para que esta pandemia passe e, se Deus quiser, com o mínimo de sofrimento e perdas causados por essa tão temida e devastadora doença, pra daí voltarmos com carga máxima e uma alta intensidade nos treinos e jogos com segurança e alegria.

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