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Arte: Jeniffer Gutierres/Clube Curitibano.

Entrevista com Sandro Augusto Hungerbuhler, vice-diretor de Tênis

Há mais de 20 anos, Sandro Augusto Hungerbuhler começou a sua trajetória no Tênis de uma maneira curiosa. Antes de conviver com o seu sogro, Rubens Pozzi, o associado praticava somente o futebol, mas ele já estava cansado da rotina e das caneladas dentro das quatro linhas.

Ao observar seu sogro durante os encontros com o grupo chamado de “Os enfermeiros”, Sandro percebeu que o Tênis era o esporte ideal para substituir o futebol. “Eu ficava cutucando meu sogro para me deixar jogar. Um dia de tanto perturbá-lo, ele me disse. ‘Então tá!!!’. Já marquei uma aula com o “polaco”, professor fantástico do Clube, e assim foi meu início no Tênis. Aprendi muito com esse esporte e hoje não abro mão dos meus joguinhos, com as turmas fantásticas que a modalidade me proporcionou”, revela.

Porém, devido ao falecimento do seu sogro em 2009, Sandro Augusto Hungerbuhler não teve a chance de trocar muitas bolas com Rubens Pozzi. Mesmo assim, o associado destaca o legado deixado pelo seu sogro e o quanto isso foi importante para sua trajetória no Tênis, que culminou com o convite para ser um dos três vice-diretores da modalidade no Clube Curitibano.

“Assumi [a vice-diretoria] nesta gestão do Joaquim Miró, a convite de António Carlos Prieto Junior. Acredito que é possível se fazer gestão com transparência”.

Com amor e dedicação ao esporte após esses anos, Sandro Augusto Hungerbuhler tem diversos planos para a modalidade e compartilhou isso nas respostas abaixo. Confira o bate-papo com um dos três vice-diretores do Tênis do Clube Curitibano:

Clube Curitibano: Qual sua função como vice-diretor?

Sandro Augusto Hungerbuhler: Como vice-diretor de Tênis, minha função principal é fazer a ponte entre o Clube e o associado, certo que nem sempre conseguimos fazer como desejamos, mas como associado, vejo que fortalecer esse elo é importante para um clube social. Também temos a responsabilidade junto com a supervisão do Tênis de manter as agendas de torneios e integrações sempre ativas.

C.C.: Quais são os principais planos que estão em andamento sob sua pasta?

S.A.H.: Pois é, questão importante está. Infelizmente, nós fomos pegos de surpresa pela pandemia, e muitos dos nossos cronogramas estavam focados na melhoria da relação entre associados, Clube e esportividade. Com a pandemia, nós não conseguimos fazer tudo que estava previsto. O calendário de 2021 já está pronto e teremos muitos eventos para o associado, claro que se pudermos realizar com total segurança e saúde. Porém, este foi um ano que aprendemos muito, e percebo que cada vez mais precisamos nos unir para que possamos passar por tudo isso da melhor forma possível.

C.C.: Neste momento de pandemia, o que sente mais falta no Clube Curitibano?

S.A.H.: Sem sombra de dúvida da reunião de todos os companheiros, mas sei que temos a obrigação de seguir todos os protocolos e que dependemos disso para continuarmos o nosso convívio. Tenho certeza que vamos passar por tudo isso e que em breve nos reuniremos para “Celebrar a vida”.

C.C.: Como foi a interação entre os atletas durante a quarentena?

S.A.H.: Não foi fácil nos adaptarmos a este novo jeito de conviver, mas com responsabilidade conseguimos manter a interação possível e cabível para o momento.


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