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Arte: Jeniffer Gutierres/Clube Curitibano.

Estrelas do Curitibano: Flavinha Ramos

A série Estrelas do Curitibano conta a história de uma ‘pequena’ atriz que já está alçando voos altos na profissão. Flavinha Ramos é uma artista completa. Ela dança, atua e canta; já participou de filmes, inúmeras peças de teatro, espetáculos e musicais e está envolvida com o mundo artístico praticamente desde que nasceu. O pequeno detalhe nisso tudo é sua idade: Flávia Seleme Ramos tem apenas 10 anos, mas muito talento e história para contar.  

A primeira vez que assistiu uma peça de teatro foi quase como um divisor de águas. Como bem se lembra a mãe da garota, Renata Seleme Pericás, a filha perguntou, apontando para o palco: como faço para estar lá? 

Depois disso, com quatro anos, se envolveu diretamente com o universo dos palcos ao iniciar as aulas de ballet do Clube Curitibano. “Ela começou no ballet, depois foi para o sapateado, então jazz, e agora, dentro do Clube está na Pré-Cia”, conta Renata. “O grupo de dança é muito importante para ela, são todos muito unidos. Essas amizades dentro do Clube são fantásticas, porque as meninas crescem juntas”. 

Teatro e Cinema 

No teatro, o percurso de Flavinha começou nas aulas do Cena Hum. Lá, ela já interpretou Nino, na peça O Castelo Rá-Tim-Bum, e a Tia Vitória, na releitura de Viva – A Vida é Uma Festa, para citar apenas dois exemplos. Bolsista do Projeto Broadway por seis meses, apresentou o musical Abraços de Pano, sua primeira experiência direta com a música. Além deste, foi a Dona Bella da Escolinha do Professor Raimundo no musical desenvolvido pela escola de sapateado Soultap, já fez cenas de Glee, Chaves e interpretou diversos roteiros independentes. 

Em paralelo ao teatro, fez a série O Colorido Mundo de Dalton, que passou na TV Cultura no ano de 2017. Este contato com as câmeras, gravações e televisão fez com que ela descobrisse outro amor: o cinema. De lá para cá, participou dos curtas Quero ser gente grande, A fresta é o que me resta, Visão de jogo e O Silêncio do Trovão. Ainda no ‘universo das gravações’, atuou na websérie Quase Terráqueos. Já participou também de videoclipes e outros projetos em audiovisual. E, em 2020, está no longa-metragem Meu Nome é Ana, em fase de pós-produção. 

Fotos: Arquivo Pessoal. 

Rotina 

“Hoje ela faz sapateado às sextas; canto às quintas; Pré-Cia de Dança às segundas, quartas e sextas; teatro e cinema aos sábados. Além da escola, claro, e ela é uma boa aluna. Essas atividades são um lazer para ela, que ao mesmo tempo trazem responsabilidade”, explica a mãe, que também acompanha a rotina do filho mais velho, Felipe Seleme Ramos, que é o oposto da irmã: joga Badminton, Futsal e Futebol Society no Clube Curitibano. Com 12 anos, é mais tímido, não gosta de aparecer, e faz aulas de robótica.

“A gente tenta organizar os horários da melhor maneira possível e conciliar para eles com uma boa alimentação, um bom período de sono. Nós procuramos aliviar para não ficar pesado, mas na verdade essas aulas são um momento divertido, a gente vê que faz bem, é quando ficam mais felizes”, comenta.

Em período de gravação, a rotina de Flavinha vira de pernas para o ar, mas o apoio da família é incondicional. Orgulhosa, a mãe acompanha de perto. “Acho que é bom participar e ver o desenvolvimento dela, a alegria com que faz tudo. Eu sou bem participava, participo de gravações do começo ao fim. Dá trabalho, mas é bem gratificante”, exalta. A atriz tem planos na carreira artística para o futuro e encara a atuação como profissão. Sonha em participar de filmes do circuito nacional, fazer novelas, sair do cenário local de atuação e ganhar o Brasil. 

Extrovertida, Flavinha sente falta da correria durante o período de quarentena. Para compensar, produz conteúdo em seu Instagram: canta, dança e atua na rede social.  

Acompanhe o dia a dia da nossa atriz mirim Flavinha Ramos: https://www.instagram.com/flavinha_ramos_oficial/ 

O Clube Curitibano deseja todo sucesso e felicidade do mundo! 

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