Notícias
Euclides Gusi, Presidente da Confederação Brasileira de Golfe. Foto: Tiago Santos
Euclides Gusi, Presidente da Confederação Brasileira de Golfe. Foto: Tiago Santos

Conheça Euclides Gusi, presidente da CBG

Avenida Getúlio Vargas, 2957, Água Verde. Este é o endereço em que nasceu Euclides Gusi, atual Presidente da Confederação Brasileira de Golfe (CBG). A semelhança com o endereço da Sede Barão do Serro Azul do Clube Curitibano (mesma rua, número 2857) não é mera coincidência — foi ali, no espaço em que hoje ficam as quadras de peteca, onde Euclides morou até seus 15 anos. “Eu me lembro do Clube desde a minha mais tenra idade. Nós tínhamos uma cerca que separava a nossa casa do Clube. Mais tarde essa cerca virou um muro e eu fui acompanhando tudo o que veio depois”, relembra Gusi. E este não foi o único marco que uniu a vida de Gusi ao Curitibano. Sua vida profissional e boa parte da vida pessoal também aconteceram no Clube, em especial na Sede Romão Rodrigues Branco, quando foi Diretor da Sede e Capitão de Golfe entre 2011 e 2014.

RCC. Como foi acompanhar de perto a construção da Sede?
Euclides Gusi. Foi muito interessante, até porque o Clube sempre fez parte do meu dia a dia. Eu passei minha infância e boa parte da minha juventude no Clube, na que ainda era chamada de Sede Campestre. Quando ele foi expandindo, comprou parte do terreno do meu pai e ali fizeram a Piscina Olímpica, depois as quadras de peteca. Eu vou te confessar, algumas vezes a gente pulava o muro de casa para vir à piscina! Todo mundo me conhecia, era mais fácil pular e vir na piscina! (risos)

RCC. A sua carreira no esporte começou aqui no Clube. Como isso aconteceu?
Eu sou advogado por formação, sempre tive empresas. Minha carreira no esporte começou quando o Joaquim Miró me convidou para ser Capitão e Diretor da Sede de Golfe. Eu já jogava golfe, mas entre jogar e gerir, a diferença é enorme. Então eu fui aprendendo no dia a dia, efetivamente. Fiz cursos de gestão esportiva, realmente me interessei bastante pelo assunto e, apesar de ser um trabalho voluntário, eu me envolvi profundamente. Aí fui me aprimorando, aprimorando, o que resultou no convite para profissionalizar a Federação Paranaense e Catarinense de Golfe, depois para participar da Confederação Brasileira, e depois do Comitê Olímpico Brasileiro. Então uma coisa levou a outra, passei de uma gestão voluntária para uma gestão profissional. Foi um desafio, mas eu aceitei o desafio e valeu a pena!

RCC. Existe algum outro ponto de convergência importante entre a sua vida e o Clube?
Eu sou amigo de infância da minha esposa (Luciane Gusi), nós somos amigos desde sempre, e ela também era sócia do Clube. Então sempre frequentamos o Clube juntos, como amigos. Curitiba era uma cidade muito pequena, então o Clube era uma referência. A Gincana de Maio, aquelas coisas todas, nós estávamos sempre juntos. Aí depois esses amigos viraram namorados, nós casamos e estamos casados até hoje! Então eu tenho uma relação muito forte com o Clube, uma relação de vida. Eu sei que aqui eu tenho uma casa, uma ilha que me dá segurança, me dá conforto e isso é muito agradável.

ESTE É UM CONTEÚDO DA EDIÇÃO DE FEVEREIRO/2019 DA REVISTA DO CLUBE CURITIBANO. PARA LER A REVISTA NA ÍNTEGRA CLIQUE AQUI.

Leia também:

>> Golfista do Clube conquista ouro no Open Royal Golf

>> Golfe encerra as atividades de 2018 em grande estilo

Compartilhe

Veja mais

Fique por dentro das novidades