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Erika Sansei é colaboradora e brigadista do Clube. Foto: Henrique Rigo
Erika Sansei é colaboradora e brigadista do Clube. Foto: Henrique Rigo

Foco na prevenção

O Clube Curitibano acredita que segurança se faz com prevenção: por isso investiu em um novo sistema de alarmes de incêndio. Ele visa auxiliar o combate do princípio de fogo e também direcionar os associados e colaboradores para rotas de fuga caso haja necessidade.

No Salão Azul foram instalados detectores de calor, no Ginásio Poliesportivo, detectores lineares de fumaça. Ambos os aparelhos são automáticos e disparam sirenes se houver alguma anormalidade. Já o restante do Clube está repleto de acionadores manuais, equipamentos que podem ser acionados por qualquer pessoa uma vez que o fogo é identificado, e sirenes que emitem sinais sonoros e luminosos para alertar sobre o princípio de um incêndio.

Brigada de incêndio

Além de investir em aparelhos, o Clube Curitibano conta também com cerca de 60 brigadistas capacitados para agir na prevenção, evacuação, primeiros-socorros e também no combate a princípios de incêndios. Eles são divididos de acordo com a planta do local — então fique tranquilo, em cada canto do Clube haverá ao menos uma pessoa que poderá ajudar você. “A brigada na empresa é formada para a prevenção. O brigadista está aqui para auxiliar o associado e o Bombeiro Militar também”, reforça Felipe Luiz Scorsin, responsável pela Segurança no Trabalho do Curitibano.

Só na Sede Barão do Serro Azul são 45 brigadistas, cinco bombeiros civis e outros 40 colaboradores que fizeram o curso de primeiros-socorros. Um deles é Erika Sansei, que possui experiência na brigada há nove anos, cinco deles no Clube Curitibano. “No treinamento da brigada tem minutos que você passa trancafiada, no escuro, no fogo, no chão, na água”, conta Erika, que fez em janeiro a reciclagem do curso. O preparo inclui aulas teóricas e exercícios práticos que simulam situações de perigo. “Você se depara com o escuro, quase nada de oxigênio e seus amigos. É você segurando a sua equipe. A pessoa da frente vai avisando o que tem pelo caminho e ninguém solta a mão de ninguém”, comenta.

Erika nunca presenciou um caso de incêndio nas dependências do Clube, mas suas mãos já salvaram a vida de um associado. Ela usou seus conhecimentos de primeiros-socorros para fazer massagem cardíaca em um homem que enfartou há poucos metros dela. A enfermeira foi chamada e, juntas, elas o reanimaram enquanto aguardavam a ambulância. “Aqueles três, quatros segundos em que você está ali, pode salvar vidas”, comenta, destacando a importância dos colaboradores nos momentos iniciais de qualquer incidente. “A gente sabe o quão importante é o primeiro-socorro. Por mais que não seja militar, de antemão, se você não estiver ali, o que acontece até chegar o militar?”, reflete.

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