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Histórias de amor que começaram no Curitibano

Já é de praxe dizer que o Clube Curitibano é um celeiro de atletas. Participamos da formação de pessoas desde a infância, promovendo o convívio esportivo, social e cultural. Aqui, comemoramos as vitórias, celebramos realizações, acompanhamos grandes amizades nascer e, eventualmente, juntamos alguns casais.

Se Santo Antônio é o santo casamenteiro, o Curitibano é o local perfeito para ele abençoar! E para celebrar o dia do padroeiro dos namorados, convidamos alguns casais que se conheceram no Clube para compartilharem suas histórias de amor.

 

O reencontro

Maria da Conceição de Oliveira Borges e Carlos Adalberto Scherer dos Santos têm uma história curiosa. Foram namorados de adolescência, no auge das atividades juvenis dos anos 1970 no Clube. “Era a época dos Festivais de Maio, das Gincanas, sem esquecer das ‘noitinhas’ do Venha à Vontade e do baile da Glamour Girl”, conta Conceição. 

Ela brinca que o romance surgiu nas escadarias da piscina, onde os jovens da época se encontravam para ver o movimento. Depois de um período juntos, o romance chegou ao fim e cada um seguiu seu caminho.

Ambos casaram, tiveram filhos e cresceram profissionalmente. 35 anos depois, a vida os aproximou novamente.  “Sentimos a alma jovem para recomeçar. Nos casamos e continuamos nossa história de onde ela parou, lá trás”, compartilham. Estão comemorando 10 anos de casamento. 

E no Clube foi onde tudo começou! Onde fizeram amigos e viveram os sonhos da juventude. “É a extensão da nossa casa, um lugar que queremos sempre estar”. 

 

Hole in one!

Jairo Augusto Rocha e Fernanda Roccon Rocha se conheceram há cerca de 7 anos, entre os 18 buracos do gramado da Sede de Golfe. Ela, jogadora desde criança. Ele, recém chegado ao Clube. Após ‘oizinhos’ em encontros rápidos, e breves conversas sobre jogo, eles começaram a marcar treinos juntos. 

Dali a coisa cresceu! Nos encontros esportivos surgiram os convites para os encontros de verdade, em jantares e passeios. “Nós tínhamos muita coisa em comum, os mesmos interesses”, conta Fernanda. No final de 2017 perceberam que não dava mais para se ver só nos jantares e saídas, então resolveram ir morar juntos. Em fevereiro do ano seguinte, se casaram. 

“O Clube foi um catalisador para a nossa parceria”, compartilham. Eles são os capitães de Golfe do Curitibano, e têm como programa preferido viajar para jogar. Além do esporte de taco, compartilham a paixão pelo Poker, com Jairo na Vice-Diretoria da modalidade. 

 

História de cinema

O início do relacionamento de Jociane Clara Zonkowski e Luiz Alberto Alves de Abreu é digno de filme de comédia romântica. Da troca de olhares durante os treinos da academia, até um ‘beijinho’ de canto de boca num Sábado Esportivo e Cultural, levaram Luiz a cair na ‘arapuca’ de Jô. 

O sinal verde de que os dois estavam a fim foi dado após o curioso encontro em um aulão de pilates, de onde escapou o ‘beijinho’ inesperado. Jociane estava com a filha, mas não escondeu a vontade de praticar os exercícios em dupla com Luiz. “A gente ficou se olhando o tempo inteiro”, lembra. Pouco tempo depois, andando pelo Clube, ele a puxou para a antiga entrada do Pavilhão do Bolão – onde hoje é o fraldário – e ali rolou o primeiro beijo de verdade.

O que Luiz não sabia, é que a família inteira de Jô era bolonista. “Minha ideia era começar a relação num lugar neutro, mas sem querer eu caí dentro da toca do leão. E a culpa é do Clube, sempre do Clube”, brinca. Logo ele também se apaixonou pelo esporte da namorada e os dois começaram a praticar juntos, se tornando, inclusive, campeões paranaenses de bolão.

A oficialização do relacionamento veio cerca de um ano depois da primeira troca de olhares, em outubro de 2013. E, de lá para cá, seguem cada dia mais felizes e apaixonados. Para o casal, o Curitibano foi o cupido e o responsável pela solidificação do relacionamento. “A gente treina junto diariamente, joga Bolão, nossos amigos são associados e frequentamos os bailes. Se tem uma coisa que faz parte da nossa história, é o Clube!”. 

 

Amor à segunda vista

Renata Romanowski Terbai e Bruno Henrique Naldino Cassou brincam que a história deles foi de “amor à segunda vista”. Se conheceram em 1998, nas equipes de vôlei do Curitibano. Como amigos, se cruzavam em competições e treinos, mas nada mais do que isso.

Se reencontraram alguns anos depois, na universidade. Ele, estudante de medicina, e ela, de engenharia civil, entraram para o time de vôlei da UFPR e a coisa engatou. “Começamos a namorar em 2005 e foi uma questão de tempo para a gente se acertar para casar”, conta Fernanda. Os dois dividiam os mesmos valores e projetos, além de curtir as mesmas atividades. 

Em 2012 veio o casamento, seguido pelo nascimento de duas meninas: Maria Regina, de 7 anos, e Júlia, de 4. A família toda é frequentadora assídua do Clube, seja no vôlei, no bolão, na academia, ou nas escolinhas de natação, balé e judô. Destaque também para o Poker – o nome de Bruno é figurinha carimbada no topo do ranking interno.

 


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